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Coluna Diamante

Extensão do Jornal Delfos-CE: http://jornaldelfos.blogspot.com.br/
O nome Diamante é por conta do primeiro livro impresso no mundo, o Diamante-Sutra, sem o qual não existiria a impressão como a conhecemos hoje em dia.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

AÉCIO USOU PESQUISA COMPROVADAMENTE FALSA EM DEBATE E NO GUIA ELEITORAL

http://colunadiamante.blogspot.com.br/2014/10/aecio-usou-pesquisa-comprovadamente.html
"AÉCIO USOU PESQUISA COMPROVADAMENTE FALSA EM DEBATE E NO GUIA ELEITORAL

Aécio usou pesquisa com dados enganosos. Lei Eleitoral diz que a comprovação de irregularidade em dados publicados de pesquisa sujeita os responsáveis às penas de seis meses a um ano de detenção e multa"


"Informações de uma pesquisa de intenção de voto do instituto Veritá usadas na propaganda de segundo turno do tucano Aécio Neves são comprovadamente enganosas.
Quem confirma é o próprio dono do instituto que fez o levantamento, Adriano Silvoni. E também o estatístico responsável pelas pesquisas do Veritá, Leonard de Assis.
A informação infundada era a liderança de Aécio em Minas Gerais com 14 pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff (PT): uma pesquisa que o mostrava com 57% ante 43% da petista.
O enredo que levou o PSDB a propagar esses números começa em 6 de outubro, logo após o primeiro turno, quando o Veritá conclui uma pesquisa nacional para presidente com 5.161 entrevistas, estudo registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o código BR-01067/2014.
Tanto o número de entrevistas quanto os municípios de coleta de dados foram definidos pelo Veritá para retratar a disputa eleitoral no Brasil como um todo.
O total de eleitores ouvidos em Minas era suficiente para compor o quadro nacional, mas insuficiente para retratar a realidade local.
Assim, a pesquisa apontou Aécio com 54,8% em todo o Brasil contra 45,2% para Dilma, diferença de 9,6 pontos.
Segundo Assis, dias após a divulgação desse placar, o publicitário Paulo Vasconcelos, responsável pela propaganda de Aécio, pediu para que o Veritá fornecesse os dados das entrevistas feitas só em Minas.
“O estudo não foi feito com essa finalidade”, diz. Silvoni, o dono do Veritá, confirma: “Para Minas, foram 561 questionários. Não é confiável”.
Mesmo assim, eles acabaram autorizando o envio dos dados. “Eu falei: ‘pode pegar, mas cite, por favor, que não representam a realidade de Minas’”, lembra Assis.
Se fez mesmo o alerta, não adiantou. No dia 14 de outubro, às 17h06, o site do jornal mineiro “Hoje em Dia” publicou que, segundo o Veritá, Aécio tinha 57% dos votos de Minas contra 43% de Dilma, uma vantagem de 14 pontos.
Em seguida, a campanha do PSDB começou a distribuir um release dizendo que o tucano estava 14 pontos à frente no Estado. E na mesma noite, dirigindo-se a Dilma no debate da Band, o próprio Aécio citou: “Pesquisas [em Minas] mostram que estou mais de 10 pontos na sua frente”.
Na época, o PT explorava a derrota do tucano entre os mineiros no primeiro turno. Na TV, a campanha de Dilma repetia: “Quem conhece Aécio não vota em Aécio”.
No dia 15, os números não representativos do Veritá passaram a ser mostrados também na propaganda de TV do PSDB, que atribuiu a informação ao jornal “Hoje em Dia”.
“Eles não podiam usar nesse contexto”, diz Assis. “Nós avisamos [...] Usou na garganta. Não representa Minas. Não é o real cenário do Estado.”
A Lei Eleitoral diz que a comprovação de irregularidade em dados publicados de pesquisa sujeita os responsáveis às penas de seis meses a um ano de detenção e multa.
Assis afirma que, ao entregar uma tabela com percentuais não representativos de cada Estado, fez questão de incluir uma nota sobre a não validade das informações.
No rodapé do documento que ele diz ter enviado, consta: “Resultados apresentados nesta tabela em cada Estado não podem ser considerados como estimativa do mesmo pois a pesquisa não foi planejada com tal objetivo”.
Além do problema dos números enganosos, a pesquisa do Veritá pode ter sido registrada de forma fraudulenta. No TSE, consta que o Veritá é, ao mesmo tempo, o contratado e o contratante do estudo, orçado em R$ 300 mil.
Dias atrás, num fórum de debates na internet que reúne profissionais da área de pesquisa, Leonard de Assis afirmou que o formulário do TSE foi preenchido dessa forma porque “o contratante [real] não quis aparecer”."
Fonte: 

COMO FAZER FOGO VERDE?

COMO FAZER FOGO VERDE?

Então, você jogou sal na chama do fogão e ela não ficou verde? Eu joguei e o sal apagou o fogo. De nenhum modo bateu com a questão que aprendemos na escola ou cursinho e que cai no vestibular. É sabido que não há muito sódio no sal brasileiro, exceto o feito para exportação.

Mas, mesmo que tivesse, a chama ainda não ficaria verde. Então, hoje iremos aprender 5 curiosidades envolvendo fogo e fósforo, inclusive como criar fogo verde.

1- FÓSFORO VERMELHO

O fósforo branco pega fogo espontaneamente com o ar, por isso o fósforo vermelho vai por cima do branco no palito de fósforo. (Combustão espontânea)

2- CERA 

Cobrindo o palito de fósforo com cera o deixará à prova d'água. (Pode ser cera de ouvido).

3-PARAFINA

O fósforo é emergido em parafina antes de serem terminados os palitos para criar um inibidor de chamas porque antigamente as pessoas se queimavam o tempo todo quando os palitos de fósforo eram criados diretamente com o fósforo branco.

4- FOGO EM ONDAS

O  fogo se comporta como os fluidos, em ondas ordenadas e previsíveis.

5 BORÁX, COBRE E SÓDIO

Sódio deixa o fogo amarelo, embora o vestibular, a escola e os cursinhos digam o contrário (pelo menos no Brasil). É sempre uma questão que encontraremos na matéria de Química, mas que está errada; já é hora de corrigir.

Para fazer fogo verde você precisa de boráx ou cobre. 

Aprenda mais na série "O fantástico mudo do óbvio" do canal "National Geographic".

Ateu Poeta
30/10/2014

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

AÉCIO NEVES SERÁ PROCESSADO POR CALÚNIA AOS CORREIOS



AÉCIO NEVES SERÁ PROCESSADO POR CALÚNIA AOS CORREIOS

"(...) A direção dos Correios vai disponibilizar à Justiça provas documentais da regularidade das entregas e dos procedimentos adotados pela empresa para solucionar possíveis reclamações.
Segundo a estatal, as acusações de Aécio de beneficiamento à campanha de Dilma Rousseff (PT) na entrega de correspondências ofenderam a imagem da estatal e têm motivação eleitoreira. O próximo passo será uma ação de pedido de indenização por perdas e danos.

Nas últimas semanas, o candidato do PSDB acusou por diversas vezes os Correios de prejudicarem a distribuição de material de campanha da coligação tucana em Minas Gerais. Segundo ele, a estatal teria deixado de distribuir correspondências em algumas localidades do estado. A informação foi desmentida pela instituição.

“Apesar de todos os esforços da empresa de esclarecer que não existiu nenhuma irregularidade, este (Aécio) tem insistido em atribuir aos Correios a prática de crime eleitoral, o que não é verdade”, informou a direção dos Correios, por meio de nota. (...) 


"(...) O PSDB acusa os Correios de ter deixado de entregar correspondências da campanha tucana em municípios mineiros. Na última quinta-feira (2), a coligação Muda Brasil, liderada por Aécio, entrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com uma ação para que sejam investigadas essas denúncias.

No mesmo dia, o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, convocou uma entrevista coletiva para negar o uso político da empresa em favor da presidenciável petista. Segundo ele, as denúncias eram "descabidas" e "inverídicas" e denegriam a imagem da estatal.

Em nota no seu site, a empresa afirma que não houve qualquer irregularidade e que, "apesar de todos os esforços da empresa de esclarecer ao cliente específico e à sociedade em geral", Aécio tem "insistido" em atribuir aos Correios a prática de crime eleitoral, o que, segundo a estatal, "não é verdade".

Os Correios justificam a decisão de recorrer à Justiça contra o candidato do PSDB como uma maneira de "preservar a sua boa reputação no mercado, perante seus clientes e a sociedade brasileira". A empresa também alega que a ação judicial pode reparar os danos a sua imagem.(...)"


Outras fontes: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/psdb-diz-que-entra-hoje-com-acao-sobre-uso-dos-correios

http://www.ocafezinho.com/2014/10/03/psdb-infiltra-falso-carteiro-nos-correios/

http://new.d24am.com/noticias/eleicoes-2014/direcao-correios-anuncia-processara-aecio/121285

TRÁFICO DE COCAÍNA,, FAMILIARES DE AÉCIO E O AEROPORTO DE CLÁUDIO-MG

Tráfico de cocaína, familiares de Aécio e o aeroporto de Cláudio-MG 

Desde o envolvimento direto do primo de Aécio Neves, passando por um laboratório de refino de pó em Cláudio-MG até o helicóptero dos Perrella. Entenda a polêmica da rota da cocaína em Minas Gerais: um escândalo que carece de investigação



As polêmicas de um escândalo com investigações pendentes. Aeroporto de Cláudio, helicóptero do pó e a rota do tráfico de drogas (Edição: Pragmatismo Político)


Redação Pragmatismo
ELEIÇÕES 201411/AUG/2014 ÀS 20:01
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Tráfico de cocaína, familiares de Aécio e o aeroporto de Cláudio-MG

Desde o envolvimento direto do primo de Aécio Neves, passando por um laboratório de refino de pó em Cláudio-MG até o helicóptero dos Perrella. Entenda a polêmica da rota da cocaína em Minas Gerais: um escândalo que carece de investigação

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As polêmicas de um escândalo com investigações pendentes. Aeroporto de Cláudio, helicóptero do pó e a rota do tráfico de drogas (Edição: Pragmatismo Político)
Uma distância de apenas 14 quilômetros separa os dois escândalos recentes da política nacional que envolvem dois senadores por Minas Gerais, o ex-presidente do Cruzeiro, Zezé Perrela (PDT) e o candidato a presidente Aécio Neves (PSDB).
A pista de pouso e decolagem construída durante o governo de Aécio Neves em Cláudio, no Centro-Oeste mineiro, em um terreno que pertenceu a fazenda do tio avô do candidato tucano fica distante 14 quilômetros de Sabarazinho, um povoado de Itapecerica, também no Centro-Oeste Mineiro, onde o helicóptero da empresa Limeira Agropecuária, da família do senador Zezé Perrela, fez uma parada para reabastecimento carregado com 445kg de pasta base de cocaína, em novembro do ano passado.
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A parada em um ponto de Sabarazinho aconteceu três horas e meia antes da apreensão da aeronave por policiais militares e federais em um sítio em Afonso Cláudio, no Espírito Santo. O valor da carga é estimada em R$ 10 milhões, podendo multiplicar por dez com o refino. Segundo o inquérito da PF, o carregamento foi feito em Pedro Juan Cabalero, no Paraguai, e tinha como possível destino Amsterdam, na Holanda, o que configura tráfico internacional.
No dia 20 do mês passado, reportagem do jornalista Lucas Ferraz, da “Folha de S.Paulo”, revelou que Aécio Neves construiu a pista na fazenda que pertenceu a seu tio-avô, além de ficar próxima a uma propriedade da família do candidato. Na última semana, Aécio Neves admitiu que já usou a pista, mesmo o espaço ainda não tendo sido homologado pela Agência Nacional de Aviação Civil.
O investimento do governo mineiro para a construção da pista foi de R$ 14 milhões. Cláudio tem 25 mil habitantes e está distante 50 quilômetros de Divinópolis, onde já existia uma pista de pouso e decolagem.O cruzamento dos dois escândalos – do helicóptero e da pista – é comprovado pelos documentos considerados sigilosos do inquérito da Polícia Federal (PF), que este repórter teve acesso.
A PF constatou, com base no rastreamento do GPS do helicóptero e nas anotações do plano de vôo dos pilotos, ambos apreendidos e examinados pela perícia técnica, que o helicóptero carregado com quase meia tonelada de pasta base de cocaína parou em um ponto próximo ao povoado de Sabarazinho.
Segundo o inquérito da PF, no dia 24 de novembro de 2013, às 14h17, aproximadamente três horas e meia antes do helicóptero ser apreendido pela polícia no município de Afonso Cláudio, no Espírito Santo, a aeronave ficou parada por trinta minutos numa fazenda do povoado, onde duas pessoas aguardavam o pouso com galões de combustível.
A localidade fica a 14 quilômetros da pista de Cláudio e também das fazendas da família Tolentino, onde nasceu Risoleta Neves, esposa de Tancredo Neves e avó de Aécio Neves.O município de Cláudio chega, inclusive, a ser citado no inquérito na análise das mensagens telefônicas dos pilotos, que foram captadas pelas Estações de Rádio Base (ERB), que são os equipamentos que fazem a conexão entre os telefones celulares e a companhia telefônica.

Cidade de Cláudio tinha refino de cocaína

Uma informação publicada pelo portal G1 em novembro de 2013 revelou que a Polícia havia identificado e fechado um laboratório de refino de cocaína na cidade de Cláudio-MG. O local foi desarticulado após uma denúncia anônima e foram encontradas cocaína e maconha. Ninguém foi preso.
De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, parentes do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ficavam com as chaves do aeroporto de Cláudio.
O primo de primeiro grau do senador tucano, Tancredo Tolentino, foi preso, junto com um desembargador nomeado pelo próprio Aécio, por vender liminares para tirar traficantes de droga da prisão (veja aqui).

Helicóptero do pó

helicóptero do pó foi apreendido no dia 24 de novembro. Três dias depois, 27 de novembro, após a apreensão ganhar destaque na mídia, o proprietário da terra fez uma denúncia para a Polícia Militar de Divinópolis. Segundo a PM, tal denúncia foi feita de maneira “anônima”. O proprietário afirma que avistou um helicóptero sobrevoando a região em baixa altitude e depois encontrou em suas terras 13 galões, de 20 litros cada, com substância semelhante a querosene.
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Distância entre o aeroporto de Cláudio e o povoado de Sabarazinho
Como o Boletim foi realizado após a apreensão do helicóptero, o delegado da Polícia Federal em Divinópolis, Leonardo Baeta Damasceno, afirma no inquérito não descartar o envolvimento de pessoas da região e recomenda uma diligência sigilosa no local.
Porém, ainda de acordo com o inquérito que esse repórter teve acesso a diligência não foi realizada. Em outra página do inquérito, o proprietário é inocentado sem explicação convincente, dessa vez por documento assinado pelo agente da PF, Rafael Rodrigo Pacheco Salaroli.
No final de abril, o copiloto do helicóptero dos Perrela confessou que estava com medo de morrer. “Estou acabado. Minha empresa quebrou e não consigo emprego”, revelou José de Oliveira Júnior.
Toda a trama ainda carece de investigação mais aprofundada e é possível que muito pouco até agora tenha sido revelado.
informações de Leonardo Dupin, Brasil de Fato, Folha de S.Paulo e Jornal GGN
Fonte: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/08/trafico-de-cocaina-e-o-aeroporto-de-claudio-mg.html