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Coluna Diamante

Extensão do Jornal Delfos-CE: http://jornaldelfos.blogspot.com.br/
O nome Diamante é por conta do primeiro livro impresso no mundo, o Diamante-Sutra, sem o qual não existiria a impressão como a conhecemos hoje em dia.

sexta-feira, 14 de março de 2014

CURTA ATEU POETA NO FACEBOOK

http://jornaldelfos.blogspot.com/2014/03/curta-ateu-poeta-no-facebook.html

CURTA ATEU POETA NO FACEBOOK


CURTA ATEU POETA NO FACEBOOK

(PERSONAGEM FICTÍCIO DA LITERATURA BRASILEIRA)

Sobre:

Ateu Poeta é um dos pseudônimos do personagem Amadeu, que é um dos heterônimos do Historiador Aroldo Filho.

Biografia: 

Ateu Poeta é um dos pseudônimos de Amadeu; um deputado federal boêmio, espadachim, capoeirista e violeiro que é apaixonado pela enfermeira Isadora, a mulher de Heitor; um judoca maior, mais forte e mais arisco que Amadeu.


Amadeu é um vilão que faz duplo papel, lutando por vezes ao lado de Heitor contra males maiores. Mas, a parceria dos dois se rompe pelo mesmo motivo: a disputa pelo coração de Isadora.

Prêmios:

2° e 4° lugares,consecutivamente, no 1° e 2° concursos de poesia da comunidade do Orkut"Vamos Escrever um livro?"(2009 e 2010) com as poesias : Os Anjos Tocam Violino & Sinfonia Magnética.

2° Lugar em concurso de pensamento na comunidade "Grupo de Poesia" no Facebook (2012) com o pensamento: A poesia aceita aquilo que não podemos suportar: a alegria que não cabe no peito e a tristeza que afogaria o mar.

Ateu Poeta, O QUESTIONADOR
14/03/2014

quarta-feira, 12 de março de 2014

"A PEDIDO DO PLANALTO, ALVES ADIA A VOTAÇÃO DO MARCO CIVIL DA INTERNET"


A pedido do Planalto, Alves adia votação do Marco Civil da Internet


"Diante do acirramento da crise entre o Palácio do Planalto e partidos da base aliada, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), atendeu pedido do governo federal e retirou da pauta de votações desta quarta-feira (12) o projeto do Marco Civil da Internet, espécie de Constituição da rede mundial de computadores.
Segundo Alves, o Executivo temia que o clima de insatisfação entre as legendas governistas resultasse na derrubada da proposta, caso fosse apreciada nesta tarde em plenário. O presidente da Câmara relatou que os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Aloizio Mercadante (Casa Civil) fizeram um “apelo” para que o texto não fosse submetido ao plenário nesta semana.

“Eu recebi um apelo do ministro Mercadante e do ministro José Eduardo Cardozo para termos mais uma semana para tentar acordar o texto, para que seja um texto aprovado por toda a Câmara dos Deputados. Como eu acho que o tema merece essa compreensão e esse consenso, estou retirando de pauta, mas já pautei para terça-feira que vem”, afirmou o presidente da Câmara.

O projeto que estabelece direitos aos usuários de internet e deveres aos provedores de rede está há meses na pauta da Casa, mas o PMDB é contrário ao texto, o que tem dificultado acordo para a votação. Nesta quarta (12), integrantes do chamado “blocão” disseram que não há “clima” para a análise da propostas polêmicas no plenário. O grupo é formado por parlamentares da base aliada insatisfeitos com a relação com o Executivo.


Nesta quarta, um dia após o plenário da Câmara derrotar o Planalto com a criação de uma comissão externa para investigar a Petrobras,quatro comissões permanentes da Casa aprovaram a convocação de quatro ministros do governo Dilma Rousseff, além de convites para a presidente da Petrobras, Maria da Graça Foster, e outros cinco integrantes do primeiro escalão prestarem esclarecimentos aos parlamentares.

Os ministros convocados pela Câmara sãoGilberto Carvalho (Secretaria-Geral), Aguinaldo Ribeiro (Cidades), Manoel Dias (Trabalho) eJorge Hage (Controladoria-Geral da União). Por se tratar de convocação, eles serão obrigados a ir à Câmara em data que ainda será agendada.

Por outro lado, a dirigente da Petrobras e os ministros Arthur Chioro (Saúde), Marco Antonio Raupp (Ciência e Tecnologia), Paulo Bernardo (Comunicações), Francisco Teixeira (Integração Nacional) e Moreira Franco (Aviação Civil) não têm obrigação legal de ir ao Legislativo. Nesses seis casos, o PT conseguiu negociar a aprovação de um convite. O prazo regimental para eles irem à Câmara é de até 30 dias.

Rebelião na base
As convocações e convites aos integrantes do governo são mais uma reação “blocão”. Comandadas pelo líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha (RJ), sete legendas governistas, mais o oposicionista Solidariedade, se uniram para pressionar Dilma a negociar com o parlamento.

Os governistas reclamam do não cumprimento de acordos que previam a liberação de emendas parlamentares, criticam a demora da presidente da República em concluir a reforma ministerial e se dizem excluídos das decisões políticas do Planalto e dos lançamentos de programas federais."
Tirado do G1: